o funil ampulheta
E o mercado que fatura R$ 1,4 bilhão com um suco de R$ 120
Ladies and gentlemen, sejam bem-vindos ao POV by Vinci. 🤓
Na edição de hoje:
🤓 O funil ampulheta
👀 O mercado que fatura R$ 1,4 bilhão com um suco de R$ 120
🧠 Genius just want to have fun
MARCAS SEXYS E RICAS
O funil ampulheta
Esse é o momento que vivemos… Com a descentralização da comunicação trazida pela internet e pelas redes sociais, os usuários passaram a ter maior autonomia para escolher o que e quando assistir, o que diluiu o controle que antes sustentava os grandes players do mercado.
Porém, a entrada de investimento pesado e o menor interesse em tudo que parece propaganda fez com que os leilões ficassem cada vez mais concorridos. O resultado? O custo de aquisição de clientes aumentou 60% nos últimos cinco anos, o CPC médio no Google cresceu 18% em dois anos com taxas de conversão estagnadas, e o ROAS caiu em 13 dos 14 setores analisados em 2025. Menores taxas de conversão e redução das margens de lucro das empresas.
O que os Negócios Creators fazem para escalar receita de forma eficiente e rápida vai muito além da tradicional jornada de captação e conversão de leads, eles buscam construir um ecossistema de valor contínuo, onde marca, produto e comunidade se fortalecem mutuamente. O funil de receita das marcas mais sexys e ricas é traduzido da seguinte forma:
Um ponto importante: o marketing é a única área da empresa que atua de ponta a ponta no funil de receita (afinal, essa é a área mais importante de qualquer negócio), o que significa que ele é responsável não apenas por gerar demanda, mas por acompanhar toda a jornada do lead.
Qual o objetivo do funil ampulheta? O foco dessa estratégia está em gerar recompra, ou seja, aumentar o LTV (Lifetime Value) da seguinte forma:
Fidelizando seus clientes: Quando uma marca tem propósito claro, consistência e conexão emocional, o cliente volta e compra mais vezes. A lógica é simples: a probabilidade de vender para um cliente existente é de 60% a 70%, contra apenas 5% a 20% para um novo prospect. E 65% da receita de uma empresa vem de clientes que já compraram antes.
Pricing power: O cliente não está apenas comprando o produto, mas os atributos que sua marca entrega e tudo que ela representa. Isso permite cobrar mais caro e manter margem onde o concorrente não consegue.
Criação de comunidade: Uma marca com posicionamento forte se torna parte da vida da sua audiência. Isso faz com que ela defenda sua marca com unhas e dentes, e indique de forma natural.
Redução do CAC: Adquirir um novo cliente custa de 5 a 25 vezes mais do que reter um existente. Quando a marca já é desejada, a taxa de conversão sobe e você gasta muito menos com mídia paga. A consequência direta? Um aumento de apenas 5% na retenção pode gerar entre 25% e 95% de crescimento no lucro, segundo a Bain & Company.
Como ele funciona na prática? Cada etapa da jornada de aquisição, conversão e do produto está vinculada a uma emoção que deve ser gerada no lead.
Vamos dar um exemplo… Na etapa de Awareness, o objetivo é o reconhecimento da marca e, portanto, é fundamental gerar curiosidade e admiração na audiência, criando o desejo de conhecê-la de forma mais profunda. Por outro lado, na etapa de Impacto, você quer que seu lead colha os resultados ao utilizar seu produto ou serviço — o que faz seu cliente se sentir grato e orgulhoso pelo progresso alcançado.
Essa estratégia de funil ampulheta é apenas um dos pilares que faz as marcas escalarem receita de forma rápida e eficiente. Se você quer ter a Vinci fazendo isso e transformando sua empresa em um influenciador, clique aqui e faça sua aplicação na nossa consultoria.
CASES DO BRANDING RENAISSANCE
O mercado que fatura R$ 1,4 bilhão com um suco de R$ 120
Você conhece a Erewhon? É o supermercado mais famoso do mundo e tem apenas 14 lojas, todas no condado de Los Angeles. Enquanto isso, seus concorrentes operam centenas de pontos: o Whole Foods tem mais de 500, o Trader Joe’s, mais de 570. A Erewhon abriu três novas lojas em 2025, a maior expansão desde 2011 (sim, é bizarro esse número), e gera entre US$ 1.800 e 2.500 de receita por metro quadrado — até cinco vezes mais do que qualquer supermercado norte-americano típico. Em 2024, estima-se que eles tenham faturado entre US$ 450 e US$ 500 milhões .
O mais curioso disso tudo? Um único smoothie de R$ 120 vende 48 mil unidades por mês. Três movimentos explicam isso:
1. Eles transformaram o supermercado num templo de status
Em vez de abrir mais lojas, aprofundou o posicionamento de cada uma: uniformes dos atendentes, potes nas prateleiras, etiquetas feitas à mão e uma curadoria tão rigorosa que ter um produto aprovado por Josephine Antoci, co-proprietária da rede, virou credencial no mercado de wellness. O simples ato de fazer compras na Erewhon tornou-se um símbolo de estilo de vida. Quando a distribuição é experiência, a escassez vira ativo.
2. Eles fizeram os clientes virarem a mídia
A Erewhon não investe em mídia tradicional. O que faz é criar produtos e experiências tão visualmente marcantes que a fila na frente da loja vira conteúdo espontâneo. A sacola de papel com o logo virou item de status nas redes sociais e cada smoothie novo é um objeto de cena antes de ser um produto. Quando o cliente cria conteúdo de forma espontânea, o seu CAC diminui e a sua conversão aumenta.
3. Eles transformaram influenciadores em co-criadores
A Erewhon convida influenciadores para criar smoothies com seus nomes e paga royalties sobre as vendas. Hailey Bieber começou postando naturalmente o smoothie favorito. A parceria virou o Strawberry Glaze Skin Smoothie: 40 mil unidades vendidas por mês, gerando US$ 10,6 milhões por ano com um único sabor. Olivia Rodrigo, Kendall Jenner e outros seguiram o mesmo modelo. Cada collab é um produto novo, uma audiência nova e uma fonte de receita que se paga antes mesmo de chegar às prateleiras — a Erewhon cobra das marcas de ingredientes uma taxa de inclusão para aparecer na descrição do smoothie.
A pergunta que fica: no seu mercado, o que seria o equivalente à fila na frente da loja — o elemento tão desejável que o cliente faz questão de mostrar que está lá? Faça sua aplicação e conheça as soluções da Vinci.
GÊNIOS COMUNS
Genius just want to have fun
Há quem diga que Colombo brincava quando percebeu que o mundo era redondo (sim, ele é uma esfera), que Newton brincava com seus pensamentos antes de ver a macieira e compreender a força da gravidade. Inclusive, os próprios experimentos de pensamento de Einstein mostram a mente sendo convidada a brincar.
Segundo Edward M. Hallowell, especialista na ciência do cérebro, em seu livro “Shine”, brincar tem um efeito positivo sobre a função cognitiva, estimulando áreas do cérebro envolvidas tanto com o raciocínio lógico quanto com a criatividade por meio da exploração livre e despreocupada.
O psiquiatra e fundador do Nation Institute for Play, Stuart Brown, diz que “nada ilumina mais o cérebro do que brincar”, além de afirmar que a brincadeira tem o poder de melhorar tudo ao nosso redor - desde a saúde e os relacionamentos, até a educação e a capacidade de inovação.
Acreditamos tão fortemente nisso que um dos valores da Vinci é “trabalhar é massa” - os melhores do mundo merecem estar em um campo de alto nível e alto astral, que a meta é grande, a pressão existe, mas que nunca faltará risada, grito de gol e correr para o abraço.
A pergunta que fica é: com que idade paramos de brincar e viramos adultos “chatos” que acreditam que se divertir é uma perda de tempo? O mais curioso é que esse tipo de comportamento anti-brincadeira normalmente vem do mesmo lugar onde criatividade e inovação mais deveriam ser estimuladas e não sufocadas - #NãoSufoqueOArtista.
Nos vemos na próxima semana 🤓
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